D/S Era Meu Hard Limit — Hoje Estou em um Relacionamento TPE

D/S costumava ser meu hard limit — não porque eu não gostasse, mas porque sabia o que ele desperta em mim. Hoje, estou em uma relação TPE 24/7. Esta é minha jornada.

Texto de xxStrawberryKiss — traduzido e adaptado pelo BDSM Brasil. Uma tarefa do seu Daddy Dom virou reflexão profunda sobre uma década de kink, o peso emocional do D/S, e como D/S passou de hard limit a fundamento do relacionamento 24/7.

Há alguns meses, meu Daddy Dom me deu uma tarefa. O que começou como diário se tornou uma reflexão profunda sobre minha jornada no kink. Quis compartilhar como momento de vulnerabilidade e talvez iluminar outros por aí explorando essa coisa maluca que chamamos de D/S.

A Tarefa Dele

“Escreva sobre o que Total Power Exchange significa para você, o padrão que espera do seu Dom, o padrão para você mesma como minha Sub, e como isso difere do jogo kink geral ou D/S sem TPE (24/7).”

Primeiro, vou definir o que as coisas significam pra mim:

D/S = Dominante/Submisso, um estado mental ou paradigma adotado numa experiência relacional ou sexual. Há uma troca de poder que resulta em desigualdade ou falta de controle de alguma forma.

Top/Bottom = Papéis que as pessoas assumem dentro de uma cena. Embora fisicamente uma pessoa esteja dando uma ação enquanto outra está recebendo, não existe o estado mental de que uma das partes está se submetendo à outra.

TPE = Total Power Exchange (Troca Total de Poder), quando a dinâmica D/S assume uma experiência 24/7. Em outras palavras, o estado mental D/S não desliga ou liga; o desequilíbrio de poder permeia todo o relacionamento. Claro que há momentos em que o D/S precisa ser pausado, mas não é como se estivesse desligando ou ligando. É apenas uma pausa naquele momento. Para mim, o TPE é representado simbolicamente pelo uso de uma coleira do meu Dom.

Minha História

Quando comecei a sentir o desejo por sadismo, ele se manifestou principalmente durante encontros sexuais. Pedia ao meu parceiro sexual para me machucar, me estrangular, me dar tapas e tomar o controle. Essa fome era grande, e muitas vezes grande demais para o que meu parceiro estava disposto a fazer. Decidi que queria entender o que era exatamente esse desejo e como conseguir que as pessoas o fizessem comigo. Não sabia que estava abrindo uma enorme Caixa de Pandora de D/S, BDSM, kink etc. Só sabia que queria ser destruidamente tratada.

Minha jornada inicial consistiu em ir a aulas e workshops. Eu “bottomava” para pessoas, e era ótimo. Algumas das cenas incluíram impact play intenso, corda sadística, caning, play com agulhas e objetos cortantes, navalhas, eletro. Eu estava obtendo todo o masoquismo delicioso pelo qual havia ansiado.

Vamos chamar uma das pessoas com quem eu me encontrava e jogava regularmente de W. Jogávamos pesado. Impact ao ponto de eu gritar. Suspensões de alto nível com transições etc. Era tudo coisa maravilhosa. Nessa época, W tinha duas submissas coleiradas. Eu estava muito no início de entender o que isso significava, mas sabia que era definitivamente diferente do que W e eu tínhamos.

Então W me perguntou se eu queria explorar um elemento de D/S com ele. Eu era nova, definitivamente na minha época de “vamos ver no que dá”, e havia desenvolvido uma confiança profunda com ele, então concordei.

Começou com tarefas. Ele me perguntou qual era um objetivo que eu gostaria de completar para mim mesma. Escolhi “quero conseguir fazer o spagat de novo”. Ele então criou um regime de alongamento que eu era obrigada a seguir, reportar a ele diariamente, incluir fotos, e se eu perdesse um dia de relatório, haveria consequências. Esse sabor era novo e diferente do que havíamos experimentado até então. Fiquei super comprometida com a conclusão das tarefas e geralmente gostei da estrutura, rotina, regime, e da sensação de agradá-lo e fazê-lo orgulhoso. Esse estado mental era definitivamente novo território.

Em nossas cenas anteriores, eu nunca havia sentido aquele senso de “quero ser boa para ele, quero agradá-lo, quero fazê-lo orgulhoso” — era mais “vamos fazer essa merda kinky fodã que é gostosa”.

Durante esse “regime”, percebi como esse estado mental era pesado: esse desejo de agradar e fazer alguém orgulhoso, de submeter minhas ações e rotina, de literalmente seguir um papel que eles traçaram para mim. Era território novo intenso, e trouxe uma porrão de sentimentos. Durante essa exploração, W e eu estávamos fazendo jogo privado na casa dele. Ele colocava uma coleira de “jogo” em mim, e nossas cenas consistiam em coisas mais codificadas em D/S que não havíamos feito antes: ajoelhar diante dele, tirar suas botas, trampling, ser instruida a fazer e trazer bebidas de uma forma muito específica.

Nessas cenas eu estava no que consideraria subspace. Meu estado mental era: “quero fazer o que você quer, quero te dar poder, me controle, me molde, faça o que quiser”.

Então a cena terminava, eu ia para casa, ele fazia 1 check-in diário por 3 dias seguidos, e então eu vivia minha adorada vida de casada, me divertia com outras pessoas, e então jogava com ele novamente.

Nesses períodos de afastamento, porém, eu estava começando a sentir uma atração emocional por W. Eu queria mais do D/S, queria agradar o tempo todo, não gostava quando a cena acabava. (E isso não era algo que eu estava exatamente compartilhando com ele.)

Como Tudo Culminou

Eu deveria ter uma cena privada com W. Ele me deu um horário específico de chegada, e eu cheguei 6 minutos atrasada.

Por causa do meu atraso, ele perguntou se eu gostaria de experimentar punição. Novamente, isso era um novo sabor que eu nunca havia experimentado. Punição é pesada, punição é falta de controle, punição significa que fiz algo errado, decepcionei alguém, errei. Era pesado para mim, mas queria tentar. A punição consistiu em ser amarrada em uma suspensão parcial, depois ser golpeada 6 vezes com um bambu extremamente doloroso. Eu deveria contar os 6 golpes.

Então fizemos, e eu desmoronei completamente. Era uma baçunça. Chorei, me senti um fracasso. E ele me consolou. Seguimos caminhos separados, tive meu check-in normal de 3 dias dele, e então fui confrontada com uma verificação da realidade.

O que estou fazendo? Estou permitindo que esse homem assuma um papel na minha vida que tinha implicações muito mais profundas e pesadas do que eu jamais havia percebido. Quando coloco aquela coleira de jogo e faço aquelas coisas codificadas em D/S, estou entrando em um estado emocional profundamente pesado, e por causa de quão vulnerável e exposto isso parece, estou me enredando e me ligando a essa pessoa, mesmo que essa não fosse a intenção.

Foi quando percebi que, para mim, D/S não podia ser casual. Não era algo que eu podia experimentar por medida. Traz muita coisa, muito pesado, muito intenso para os limites de uma cena. E não era que W tivesse feito algo errado ou ruim — tudo que tentamos foi consensual e negociado. Mas aprendi que se vou entrar nesse estado mental com alguém, vai muito além dos limites de uma cena.

Então removi o elemento D/S das nossas interações, e ele continua até hoje sendo alguém que considero um amigo de confiança e excelente jogador.

O Que Aprendi

Uma vez que percebi o peso do jogo D/S para mim na prática, ele se tornou um hard limit meu. Dali pra frente, na minha prática pessoal de kink, criaria cenas onde não havia estado mental D/S. Não estava me submetendo, estava trocando energia. Não estava criando cenas com o estado mental de querer ser controlada, punida ou usada. Minhas cenas eram mais catarárticas, enraizantes, brincalhonas, criativas ou artísticas. Não queria estar em um contêiner de desigualdade. Queria brincar em um espaço onde eu compartilhava energia, presenteava alguém com minha habilidade, ou vice-versa.

Nessa época, entendi completamente como D/S era diferente comparado a topping e bottoming.

Então Apareceu Ele

Esse sujeito idiota com sua barba idiota e seus alargadores idiotas e sua maldita gostosura idiota e seus olhos escuros idiotas e seu sorriso malvado idiota… que eu simplesmente aarrrrgh. Eu estava ferrada.

Começou com um encontro num social OPEN, e levou a uma flertação imediata. Nós dois éramos poli, nós dois estávamos em espaços de kink. Ele se dizia um sadista e adorar corda, e isso aguou meu apetite. Gosto de sadismo. Gosto de corda. Gosto de menino bonitinho. Fui imediatamente atingida.

O interessante na nossa interação comparada a W foi que eu estava realmente interessada nele como possível parceiro romântico. Havia correspondência de personalidade, não só correspondência de kink.

Começamos a jogar com kink. Novamente, D/S era um hard limit, então criamos cenas em que eu bottomaria impact play pesado, corda, jogo sensual e jogo sexual com ele. Era bom, delicioso, quente e sexy, mas eu não estava naquele contêiner de troca de poder. Novamente… hard limit para mim. Sim, eu estava bottomando e tendo coisas feitas a mim, mas NÃO estava me submetendo a ele. Não da forma que havia aprendido e experimentado no passado.

Mas então comecei a revisitar as coisas: POR QUE isso era um hard limit para mim? Porque D/S não é casual para mim. Aprendi que ele vaza fora das cenas. Para mim, não tenho a capacidade de ver seu começo ou fim dentro dos limites de uma cena. É pesado demais, vulnerável demais, muito demais para largar e revisitar. MAS, se eu encontrasse alguém onde não precisasse ser casual… eu faria? Foi aquí que tive o momento de “MERDA. Estou ferrada”.

Em algum momento expressei isso a ele. Ele havia criado para mim um contêiner de segurança, amor, confiabilidade, confiança e cuidado que me fez sentir que podia explorar D/S com ele. Não tinha o medo de vazamento ou de “ligar e desligar” porque para ele, estaria tudo bem se houvesse vazamento. Poderia tudo se sobrepor e se entrelar em um grande blob lindo que é nosso relacionamento.

Testando as Águas

Nosso sabor de D/S assumiu o papel de DDLG. Criamos cenas que tinham desequilíbrio de poder inerente. Não apenas em ação — como trampling, ajoelhar, punição, ser mijada — mas mentalmente também. Eu ESTAVA me submetendo. Estava sendo usada, estava lá para agradar, para abrir mão, para entregar e me render. Até tínhamos uma piada recorrente de que eu havia dado consentimento amplo ao Daddy. Por mais que estivéssemos brincando, não estava longe da verdade. Havia chegado tão perto dele e tão fundo no meu estado mental submisso que parecia estar lá e ligado… o tempo todo. Eu faria o que ele quisesse, quando quisesse… porque ele era meu Daddy e tinha esse poder e controle.

Isso era exatamente o que eu havia temido anteriormente. Ter alguém empunhando um poder tão imenso sobre mim é assustador. Mas depois de aproximadamente 2 anos nesse estado mental com ele, pareceu como casa. Parecia real, honesto, e uma parte verdadeira do que eu queria e precisava em um relacionamento.

Na Prática (Pré-Coleiramento)

Meu jogo com outras pessoas não parou. Ainda tinha empoderamento para ter relacionamentos sexuais e de kink próximos com outras pessoas, mas o D/S com outras pessoas parou por aí.

Para mim, topping e bottoming é fundamentalmente DIFERENTE de D/S. Para mim, topping e bottoming não tem desigualdade inerente, troca de poder, e eu não entro no estado mental de render poder a um indivíduo.

Pré-coleiramento, eu só fazia coisas de D/S com Daddy porque ele era a única pessoa com quem eu queria fazer esse tipo de coisa. Embora não fosse uma regra ou limite declarado, eu NÃO tinha desejo de fazer D/S com outra pessoa. Uma vez que o peso desse apego a ele veio à tona, discutimos qual seria o “próximo passo”. Foi quando discussões de TPE, coleiramento e 24/7 começaram a se desenvolver.

Primeiro, tivemos que delinear e entender para nós mesmos quais eram as diferenças fundamentais entre D/S, 24/7, pré-/pós-coleiramento. Honesamente, não havíamos feito isso antes. Apenas estávamos fazendo o que parecia certo e bom, mas se fossémos dar o “próximo passo”, teríamos que verdadeiramente entender o que isso significava para cada um.

As maiores distinções que desenvolvemos foram:

  • Mentalidade Baseada em Permissão: O estado mental em que estou sob sua dominação. Há coisas que quero fazer e, como meu Dom, ele dá aprovação. A aprovação dele vem de um lugar de cuidado, segurança, posse e às vezes maldade e sadismo. Esse estado mental é extremamente difícil para alguém que passou todos os anos adultos anteriores da minha vida fazendo o que quisesse. Mas concordamos que trabalhariamos para isso e teríamos como pilar guia.
  • Desequilíbrio de Poder Permeante: Em uma dinâmica TPE 24/7 coleirada, há desequilíbrio de poder inerente, sempre. Nosso D/S não desliga e liga. Não há momentos em que ele de repente não é mais meu Dom. Esse é seu papel permeante na minha vida. O interessante no nosso “pré-coleiramento” foi que eu já o via e sentia dessa forma, mas a coleira era o símbolo para mostrar: sim, isso é verdade, sim, estamos comprometidos um com o outro.
  • Exclusividade Submissa: Concordamos que uma vez que esse TPE começasse, eu não me submeteria a outras pessoas. Nunca tive o desejo de ser honesta, mas novamente delineamos o que torna o TPE diferente. Fizemos isso um limite real. Definimos quais rituais, ações, frases, nomes eram reservados APENAS para os limites do nosso relacionamento.

Pós-Coleiramento

Como foi o último ano+ no meu TPE, em comparação com o que era antes? O que aprendi é distintamente diferente de D/S para D/S TPE?

Pós-coleiramento, meus sentimentos e submissão ao Daddy cresceram mais profundos e ricos. Em outras palavras, antes do coleiramento, eu estava sempre um pouco guardada. Sim, estávamos fazendo coisas de D/S… mas não completamente…

Com o peso da coleira, assumiu essa profundidade. Deixei aquela guarda baixar, me rendi completamente, removi a rede de segurança e amarrei meu coração a essa pessoa. Minha coleira é um lembrete disso todos os dias.

Também fizemos um esforço para criar uma estrutura mais permeante pós-coleiramento. Por exemplo, tenho tarefas semanais específicas que ele me dá. Tenho certos rituais que agora cumprimos regularmente. Também delineamos ações específicas reservadas apenas para Daddy:

  • Usar Coleira
  • Ser Pisoteada
  • Ser Mijada
  • Ser chamada de “Boa menina” ou chamar alguém de “Sir/Daddy”
  • Ajoelhar

Padrões para Meu Dom

O que aprendi em minha jornada é que D/S carrega um peso emocional profundo para mim. NÃO consigo fazer D/S casual. Para mim, ele evoca vulnerabilidade emocional tal que não tenho desejo de jogar nesse estado mental casualmente. Portanto, o padrão para meu Dom reside realmente naquele cuidado e compaixão por mim.

Meu Dom tem que ser capaz de assumir o sentido completo de mim mesma — o bom, o ruim, o feio, o bagunçado, o tóxico, a CONFUSÃO ansiosamente apegada. E esse cuidado e compaixão não desliga. Meu padrão é que meu Dom tem que fazer o trabalho duro, para me ajudar e me guiar pelos altos mais altos e baixos mais baixos. Isso significa horas de conversas, escritos cuidadosamente elaborados, cenas e aftercare cuidadosamente criados, e às vezes até ter que cancelar com outra pessoa se eu estiver nas trincheiras.

Meu Dom também tem que assumir o papel sadístico profundo que meu corpo tão profundamente anseia. Preciso saber no meu coração que ele QUER me machucar. Ele QUER me possuir. Isso vem de uma parte sombria e primal dele. Ele anseia pela minha submissão, minha dor, minha rendição. Isso não vem de um lugar de serviço, performance ou por diversão. Meu padrão é que literalmente faz parte de quem ele é.

Meu Dom também tem que saber quando verificar o ego. Sim, eu me submeto a ele, sim ele me possui, e sim ele empóa poder imenso, mas se ele começar a abusar disso e deixar algo como o ego assumir o controle, eu saio. Isso é algo que Daddy tem me mostrado que faz bem. Ele sabe quão grande e profundo é o pedido que D/S faz. Ele não faz isso de qualquer jeito. Para ele, há uma diferença DISTINTA e SIGNIFICATIVA entre D/S e topping e bottoming. Ele REVERENCIA sua Dominância e REVERENCIA minha Submissão.

Padrões para Mim Mesma

Minha submissão é meu estado mais vulnerável, mais puro. Eu me desfaço, me torno uma versão mais jovem, exposta, moldável de mim mesma. Essa parte de mim é, honestamente, sagrada. E com isso, vem uma enorme quantidade de discernimento de a quem eu daria isso. Tem que ser alguém que possa me cuidar, honrar e valorizar, não apenas nos limites de uma cena, mas relacionalmente.

Quando estou bottomando, posso entrar em um estado mental. Posso deixar alguém me mover, me bater, até me comandar no momento, mas ainda sou totalmente minha. Ainda pertenço a mim mesma. Estou escolhendo abrir, experienciar, brincar com intensidade. Mas nunca perco a consciência de que é jogo.

Quando me submeto, é diferente. Não é apenas sobre o que está acontecendo no meu corpo — é algo que vive no meu coração e na minha mente também. É a forma como deixo alguém ter influência real sobre mim, a forma como confio a eles partes do meu mundo emocional. Com Daddy, essa troca de poder não para quando uma cena termina. Está construída em nossas fundações. Sinto isso em como o ouço, em como quero ser vista por ele, em como confio na liderança dele mesmo quando não estamos fazendo “coisas de kink”.

Quando pessoas dizem “sempre que um bottom dá controle, está se submetendo”, acho que estão perdendo as camadas. Há um mundo de diferença entre deixar alguém liderar um momento e deixar alguém te liderar.

Não Há Uma Única Via Verdadeira

Também entendo que nem todos experienciam a troca de poder da forma que nós fazemos. Algumas pessoas tratam D/S como algo contextual, algo que pode ligar e desligar dentro do contêiner de uma cena. E isso é totalmente válido para pessoas que se conectam dessa forma. A submissão delas pode ser situacional, a rendição limitada por tempo e circunstância. Mas o que tenho com Daddy não é construído nesse tipo de interruptor — está tecido por todo o nosso relacionamento. Para mim, tem que ser assim, ou me sinto insegura.

Para alguém mais novo, faz todo sentido explorar ambas as extremidades desse espectro: descobrir o que parece autêntico, que tipo de rendição parece nutritivo, e que tipo de troca de poder parece segura e sustentável.

Não há um modelo “certo”. Mas entender onde você cai nesse espectro — se D/S é algo que você “encena” ou que permeia mais profundamente — realmente ajuda todos a permanecerem alinhados e cuidados.

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Conhecimento critico para praticas conscientes. Escrito por Lino Naderer e afins.

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